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Doenças de pele na infância

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Doenças de pele na infância

A pele é o maior órgão do nosso corpo e uma das principais defesas do nosso organismo contra muitos fatores externos que podem ser prejudiciais a nossa saúde e causar doenças, como a ação de microrganismos, radiação solar e até as variações bruscas de temperatura.

A realidade é que as doenças de pele são comuns em pessoas de todas as idades, inclusive em crianças. Ter conhecimento sobre os diferentes problemas de pele que podem afetar os pequenos é uma maneira eficaz para saber identificá-los e tratá-los precocemente.

É importante ressaltar que a melhor proteção sempre será a prevenção. Por isso vamos falar também sobre alguns bons hábitos que podem ajudar a proteger a integridade da pele para que ela possa exercer sua melhor função que é a proteção, especialmente em se tratando das crianças.

Doenças de pele na infância: quais as mais comuns?

As crianças estão mais suscetíveis a diferentes tipos de doença de pele. Neste texto, abordaremos algumas das doenças de pele mais frequentes nessa faixa etária, dar algumas dicas de prevenção e como amenizar os sintomas

 

Dermatite de fraldas

Muito comum em bebês, popularmente é conhecida como assadura. Vale ressaltar que não se trata de uma alergia à fralda. O que ocorre é uma irritação, que ocorre em função do contato direto de fezes e urina com a pele. Normalmente o local atingido fica mais avermelhado, o que mostra que há irritação e pode causar dor, choro persistente e até alterar o padrão de sono da criança.

Algumas dicas simples que podem ser adotadas no dia a dia podem ajudar a evitar todo esse desconforto:

– troque as fraldas várias vezes ao dia, de preferência com um intervalo máximo de 3 horas;

– durante a limpeza, faça movimentos suaves evitando friccionar muito a pele;

– utilize cremes de barreira a cada troca de fraldas;

Se ainda assim a dermatite permanecer, um dermatologista deverá ser consultado para avaliar se existe algum fator agravante, como, por exemplo, a presença de fungos que é frequente ocorrer associação. Ele também poderá indicar o uso de medicamentos específicos para aliviar os sintomas.

 

Miliária

Popularmente conhecida como brotoeja, é uma doença relacionada com as glândulas sudoríparas. Nos meses mais quentes, a tendência do bebê é suar mais, o que pode causar a obstrução das glândulas sudoríparas impedindo a liberação do suor . E é justamente isso que caracteriza a brotoeja, isto é, pequenas bolhas de água, conhecidas como vesículas, especialmente no tórax, pescoço e regiões de dobras da pele. Aqui também vão algumas dicas podem ser adotadas para evitar a brotoeja

– banhos refrescantes com água morna e sabão adequados para a pele da criança.

– evitar vestir o bebê com roupinhas em excesso;

 

Dermatite atópica

Doença extremamente comum na infância, sendo que a predisposição é ainda maior se a criança já apresenta algum tipo de alergia — rinite, asma — ou que os pais tenham histórico parecido. Frequentemente a lesão surge em regiões mais secas da pele, como dobras do joelho e cotovelos causando bastante coceira e inflamação.

Também nessa situação, medidas simples podem ser adotadas para aliviar os sintomas como:

– banhos mais rápidos e com água morna;

– uso de sabonete líquido hidratante, como os de tecnologia syndet;

– optar por roupas de algodão;

– hidratar bem a pele; usar hidratantes sem fragrância, adequados para dermatite atópica. Cremes com uréia não devem ser usados.

– cortar bem as unhas, diminuindo a chance de irritação da pele e o risco de ferimentos por causa da coceira.

Aqui também vale dizer que, em caso de persistência dos sintomas, o dermatologista deverá ser consultado para avaliação e indicação do melhor tratamento.

 

Molusco contagioso

É uma doença viral e contagiosa que ocorre principalmente na infância. A lesão se mostra como uma pequena pápula perolada, ou seja, uma elavaçãozinha com aspecto brilhante. Frequentemente, observa-se um pequeno buraquinho no centro, conhecido como umbilicação e não coça. Porém, existe o problema da autoinoculação, pois mesmo que não cause coceira, qualquer mexidinha da criança no local pode fazer com que o vírus se alastre ao redor. Então, o tratamento deve ser feito por um médico especialista para interromper o ciclo de transmissão.

 

Micoses superficiais

São fungos que colonizam a superfície da pele. O detalhe é que estes fungos se alimentam de queratina. Então, na medida que vão se alimentando, a queratina da região vai se esgotando, o que provoca a expansão do tamanho da lesão para que os fungos possam continuar o ciclo de sobrevivência.

Alguns exemplos da micose superficial, que é a tínea corporis, se apresenta com uma placa avermelhada e descamativa, que solta uma “pelinha” como se fosse uma escama e pode se manifestar em qualquer região do corpo. Já a tínea capitis ocorre no couro cabeludo e apresenta descamação e a perda de cabelo na área da lesão. Isso ocorre porque o fungo deixa o cabelo bem curtinho. Porém com o tratamento adequado, o cabelo da criança tende a crescer novamente.

Assim como as demais doenças de pele que falamos aqui, a tínea corporis ou a tínea capitis, precisam da avaliação especializada de um dermatologista. O tratamento requer o uso de antifúngico que, dependendo do caso, pode ser de uso apenas no local da lesão ou pode ser sistêmico.

De acordo com a dra. Amanda Hertz, médica especialista em dermatologia pediátrica e parceira da DermatoVirtual, Hub digital de saúde e cuidados com a pele. “Em se tratando da pele delicada da criança, a correta avaliação do problema e a prescrição adequada são fundamentais para o sucesso do tratamento”.

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Cuidados com a pele e a autoestima: Qual é a relação?

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Cuidados com a pele e a autoestima: Qual é a relação?

 É comum que, ao longo da vida, nós não tenhamos tempo para priorizar uma rotina de cuidados com a pele dentro do nosso dia a dia tão corrido. E consequentemente, nossa autoestima é afetada por conta dessa condição.

Apesar da acne ser um problema comum, ela também pode se tornar motivo de insegurança para um indivíduo e trazer questões emocionais e mentais (como estresse ou ansiedade), e com isso, serem transferidas para a pele.

Confira agora como lidar com essa questão que assombra grande parte da população:

 

A depressão e a ansiedade podem contribuir para a acne?

Embora o estresse relacionado à ansiedade e à depressão não cause acne de maneira direta, ele pode desencadear um surto – e criar um ciclo vicioso: ter acne pode estressá-lo, estresse pode desencadear acne, mais acne pode levar a ainda mais estresse e assim por diante.

De acordo com um estudo recente publicado no Journal of the American Academy of Dermatology, há uma associação significativa entre acne e a depressão e ansiedade. Por outro lado, o tratamento da acne pode melhorar os sintomas de ansiedade e depressão.

Ter acne pode ser desafiador e estressante, e com isso, pode levar a:

    1. Ansiedade: Os sinais e sintomas podem incluir preocupação excessiva, tensão muscular, distúrbios do sono e alteração do apetite.
    2. Depressão: Os sinais e sintomas podem incluir sentir-se triste na maioria dos dias, perder o interesse na maioria das atividades e dormir muito ou muito pouco.
    3. Baixa autoestima: Os sinais e sintomas podem incluir crenças negativas sobre si mesmo e conversas internas negativas.
    4. Fobias sociais: Os sinais e sintomas podem incluir medo de humilhação, avaliação negativa e constrangimento em situações sociais.
    5. Dismorfia corporal: Os sinais e sintomas podem incluir evitação social e preocupação excessiva com falhas mínimas ou inexistentes.

 

Como os cuidados com a pele se relacionam com a saúde mental?

Às vezes, os cuidados com a pele ajudam a sua saúde mental…

O cuidado com a pele é um tipo de autocuidado – então, passar por sua rotina de cuidados com a pele todas as noites pode ser uma ótima maneira de relaxar. Isso pode aumentar sua confiança, o que, por sua vez, pode aumentar sua autoestima e felicidade geral. Estabelecer uma rotina também pode ajudá-lo a manter a ordem e a previsibilidade em sua vida.

…e às vezes não.

É natural ter uma conexão emocional com sua aparência, então isso pode afetar sua confiança quando você percebe acne ou outras condições da pele. Nem todas as pessoas com acne sofrem com ansiedade ou depressão, mas é muito real para quem sofre.

Porém, você não está sozinho!

Não há absolutamente nenhuma vergonha em sofrer por ansiedade, depressão ou outros desafios de saúde mental que tenham sido desencadeados pela acne. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a acne atinge 56,4% da população adulta e mais de 90% dos adolescentes.

 

O que fazer se você perceber que sua pele está afetando negativamente sua saúde mental?

É importante saber que seus sentimentos são válidos, e se sentir mal ou incomodado porque a sua pele não está da maneira que você gostaria não é exagero ou drama. Cada pessoa tem a sua própria reação e a forma de lidar com suas questões, porém, existem coisas que podem te ajudar a se sentir bem:

    • Não se compare a outras pessoas, principalmente com famosos e pessoas das redes sociais, já que atualmente as pessoas editam suas fotos e deixar uma pele perfeita em poucos passos. Se for preciso, se isole das redes sociais por um tempo.
    • Organize o seu dia e inclua uma rotina de cuidados com a sua pele, com produtos que irão tratar a sua pele de maneira adequada ao longo do tempo (Lembre-se de consultar um profissional antes de utilizar qualquer produto).
    • Encontre alguém que faça você se sentir confortável em falar sobre essa questão ou procure ajuda profissional para te auxiliar nesse processo, com certeza irá se sentir melhor ouvindo outras opiniões.
    • Procure por um dermatologista que possa te indicar o tratamento adequado para a sua pele e suas condições, aqui na DermatoVirtual, você consegue agendar a sua consulta e ser atendido sem sair de casa e de qualquer lugar do Brasil!
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Manchas Vermelhas no Corpo: O que pode ser?

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Manchas Vermelhas no Corpo: O que pode ser?

O aparecimento de alguma mancha na pele sempre causa preocupação. Causas simples, igualmente de fácil resolução, é o que é mais comum, mas algumas doenças sérias podem se manifestar através de manchas vermelhas, ou também manchas escuras na pele,

Vamos nos aprofundar neste artigo nas manchas vermelhas no corpo. Primeiramente é importante saber se as manchas na pele coçam. Além da presença da lesão de pele, quando ela está associada a coceira, comichão, uma série de doenças de pele devem ser pensadas como possível diagnóstico.

Termos que seu médico dermatologista pode usar para manchas vermelhas: rash de pele, rash cutaneo, ou rash pruriginoso (quando a mancha de pele coça).

As possibilidade mais frequentes de manchas vermelhas que coçam são: urticária, pitiríase rósea, dermatite atópica (alérgica), eczema atópico, picada de inseto, picada de mosquito, picada de pernilongo, pulga, dermatite de contato, micose de pele (dermatofitose), sarna (escabiose), candidíase de pele (intertrigo).

 

Covid pode dar manchas na pele?

Manchas na pele aparecem na infecção pelo coronavírus. Artigo científico publicado no British Journal of Dermatology sugere que as lesões podem ser classificadas em 5 tipos:

  1. eritema com vesículas ou pústulas (pseudo-frieira) em áreas acrais (19%)
  2. outras erupções vesiculares (9%)
  3. lesões urticárias (19%)
  4. erupções maculopapulares (47%) 
  5. livedo ou necrose (6%) 

A gravidade do COVID ‐ 19 é menor nas lesões acrais e mais grave nos últimos grupos.

As manchas na pele do COVID podem também coçar, como as lesões tipo urticária. As manchas podem se confundir também com sintomas de sarampo, com as manchas de sarampo e até do zika virus.

 

Manchas de acne coçam?

Acne pode gerar manchas vermelhas na pele, mas não coçam.

Saiba mais sobre manchas vermelhas na pele que não cursam com coceira em Manchas Vermelhas

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Cancer de Pele – Melanoma

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Cancer de Pele – Melanoma

O câncer de pele melanoma tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina), substância que determina a cor da pele) e é mais frequente em adultos brancos. O melanoma pode aparecer em qualquer parte do corpo, na pele ou mucosas, na forma de manchas, pintas ou sinais. Nos indivíduos de pele negra, ele é mais comum nas áreas claras, como palmas das mãos e plantas dos pés.

Embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, o melanoma representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão. É o tipo mais grave, devido à sua alta possibilidade de provocar metástase (disseminação do câncer para outros órgãos).

O prognóstico desse tipo de câncer pode ser considerado bom se detectado em sua fase inicial. Nos últimos anos, houve grande melhora na sobrevida dos pacientes com melanoma, principalmente devido à detecção precoce do tumor e à introdução dos novos medicamentos imunoterápicos.

Atenção: As informações neste portal pretendem apoiar e não substituir a consulta médica. Procure sempre uma avaliação do dermatologista

 

O que aumenta o risco?

Exposição prolongada e repetida ao sol (raios ultravioletas – UV), principalmente na infância e adolescência.

Exposição a câmeras de bronzeamento artificial.

Ter pele e olhos claros, com cabelos ruivos ou loiros, ou ser albino.

Ter história familiar ou pessoal de câncer de pele.

 

Como prevenir?

Como os outros tipos de câncer de pele, o melanoma pode ser prevenido evitando-se a exposição ao sol no horário das 10h às 16h, quando os raios são mais intensos, uma vez que o maior fator de risco para o seu surgimento é a sensibilidade ao sol.

Mesmo em outros períodos do dia, recomenda-se procurar lugares com sombra, usar proteção adequada, como roupas, bonés ou chapéus de abas largas, óculos escuros com proteção UV, sombrinhas e barracas. Aplicar na pele, antes de se expor ao sol, filtro (protetor) solar com fator de proteção 15, no mínimo, e usar filtro solar próprio para os lábios.

Para auxiliar na prevenção e detecção precoce do câncer de pele melanoma, consulte o informativo e o folder “Câncer de pele: vamos falar sobre isso?”.

 

Sinais e sintomas

O melanoma pode surgir a partir da pele normal ou de uma lesão pigmentada. A manifestação da doença na pele normal se dá após o aparecimento de uma pinta escura de bordas irregulares acompanhada de coceira e descamação.

Em casos de uma lesão pigmentada pré-existente ocorre aumento no tamanho, alteração na coloração e na forma da lesão, que passa a apresentar bordas irregulares.

 

Detecção precoce

A detecção precoce do câncer é uma estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial e, assim, possibilitar maior chance de tratamento.

A detecção pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce), ou com o uso de exames periódicos em pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento) mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.

O diagnóstico precoce desse tipo de câncer possibilita melhores resultados em seu tratamento e deve ser buscado com a investigação de sinais e sintomas como o aparecimento de uma pinta escura de bordas irregulares acompanhada de coceira e descamação ou com alterações em uma pinta já existente, que venha a aumentar de tamanho, mudar sua cor e forma, passando a apresentar bordas irregulares.

Uma regra adotada internacionalmente é a do “ABCDE” que aponta sinais sugestivos de tumor de pele do tipo melanoma:

  • Assimetria: uma metade do sinal é diferente da outra;
  • Bordas irregulares: contorno mal definido;
  • Cor variável: presença de várias cores em uma mesma lesão (preta, castanha, branca, avermelhada ou azul);
  • Diâmetro: maior que 6 milímetros;
  • Evolução: mudanças observadas em suas características (tamanho, forma ou cor).

Na maior parte das vezes alterações como estas na pele não são causadas por câncer, mas é importante que elas sejam investigadas por um médico.

 

Diagnóstico

O diagnóstico normalmente é feito pelo dermatologista, através de exame clínico.

Em algumas situações, é necessário que o especialista utilize a dermatoscopia, exame no qual se usa um aparelho que permite visualizar algumas camadas da pele não vistas a olho nu. Alguns casos exigem um exame invasivo, que é a biópsia.

 

Tratamento

A cirurgia é o tratamento mais indicado. A radioterapia e a quimioterapia também podem ser utilizadas dependendo do estágio do câncer. Quando há metástase (o câncer já se espalhou para outros órgãos), o melanoma, hoje, é tratado com novos medicamentos, que apresentam altas taxas de sucesso terapêutico. A estratégia de tratamento para a doença avançada deve ter como objetivo postergar a evolução da doença, oferecendo chance de sobrevida mais longa a pacientes que anteriormente tinham um prognóstico bastante reservado.

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Cancer de Pele – Carcinoma Espinocelular – CEC

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Cancer de Pele – Carcinoma Espinocelular – CEC

O carcinoma de células escamosas (CEC) é um câncer de pele comum em humanos. Cerca de 700.000 novos casos desse câncer de pele são diagnosticados nos Estados Unidos a cada ano.

Esse cancer de pele tende a se desenvolver na pele exposta ao sol há anos, e mais  frequentemente em áreas como cabeça, pescoço e dorso das mãos. As mulheres freqüentemente apresentam CEC nas pernas.

É possível ter CEC em qualquer parte do corpo, incluindo o interior da boca, lábios e órgãos genitais.

Pessoas que fazem ou fizeram bronzeamento artificial têm um risco muito maior de ter CEC. Eles também tendem a ter CEC mais cedo na vida.

O CEC pode se espalhar para outras partes do corpo. Com diagnóstico e tratamento precoces, o CEC é altamente curável.

 

Sintomas

Este  câncer de pele geralmente se desenvolve na pele que tomou muito sol. O rosto, orelhas, lábios, dorso das mãos, braços e pernas são locais comuns para a formação de carcinoma espinocelular (CEC). Os sinais incluem:

  • Um inchaço ou caroço na pele que pode parecer áspero.
  • À medida que o caroço  cresce, ele pode  formar um nódulo com ou sem  crosta e pode sangrar.
  • Uma ferida que não cura.
  • Patch plano, avermelhado e escamoso que crescem lentamente (doença de Bowen).
  • Em casos raros, o CEC começa sob uma unha, e pode crescer e destruir a unha.
  • CEC pode começar como uma lesao pré-cancerosa, chamado ceratose actínica (QA). Em adultos com 40 anos ou mais, acredita-se que cerca de 40 a 60% dos CECs iniciem em uma QA. Sinais e sintomas de um QA incluem:
  • Lesão pequena, rosa, áspera, seca  e escamosa ou pequeno nódulo na pele.
  • Lesão áspera ou nódulo que parece irritado ou até doloroso quando esfregado.
  • Comichão ou queimação em um pedaço de pele.
  • Os lábios ficam constantemente secos e têm uma cor esbranquiçada ou escamosa

 

Fatores de Risco

Esse câncer de pele é mais comum em pessoas de pele clara que tomaram muito sol. Mas pessoas de todas as cores de pele sofrem de carcinoma espinocelular (CEC). Seu risco de desenvolver CEC aumenta se você tiver algum dos seguintes fatores de risco:

  • Pele pálida ou de cor clara.
  • Olhos azuis, verdes ou cinza.
  • Cabelo loiro ou ruivo.
  • Incapacidade de se bronzear

 

Tratamento

A única maneira de diagnosticar qualquer tipo de câncer de pele, incluindo carcinoma espinocelular (CEC), é através de uma biópsia de pele.  Para realizar uma biópsia de pele, seu dermatologista removerá todo a lesão ou parte dela, e enviara  para um laboratório de dermatopatologia. Se o relatório da biópsia indicar que você tem CEC, seu dermatologista considerará muitos fatores para determinar qual melhor tratamento.

O tipo de tratamento que um paciente recebe depende de quão profundo o câncer esta e se ele se espalhou. O CEC é frequentemente tratado com:

Excisão: Este é um procedimento cirúrgico que o dermatologista geralmente pode realizar durante uma visita ao consultório. Envolve anestesiar a área a ser tratada e eliminar qualquer tumor remanescente, além de uma pele com aparência normal ao redor do tumor.

Como na biópsia da pele, essa pele removida é examinada ao microscópio, o médico que examina a pele removida precisa verificar se a pele de aparência normal está livre de células cancerígenas. Caso contrário, mais pele precisará ser removida. Essa é uma maneira comum de tratar o CEC.

Cirurgia de Mohs: Mohs (pronuncia-se “moes”) é uma cirurgia  usada para remover alguns tipos de câncer de pele. Oferece a mais alta taxa de cura para cânceres de células escamosas de difícil tratamento. O seu dermatologista lhe dirá se a cirurgia de Mohs é ideal para você. O cirurgião retira o tumor mais uma quantidade muito pequena de pele com aparência normal ao redor do tumor. Enquanto o paciente espera, o cirurgião de Mohs usa um microscópio para examinar o que foi removido, procurando células cancerígenas.Se necessário, o cirurgião de Mohs continuará removendo uma quantidade muito pequena de pele e examinando-a sob o microscópio. Isso continua até o cirurgião não ver mais células cancerígenas.

Radiação: Esse tratamento geralmente é reservado para CECs que não podem ser cortados ou quando o corte pode não ser a melhor opção. Um paciente pode precisar de 15 a 30 tratamentos de radiação.

Quando o CEC é diagnosticado numa fase bem inicial, pode ser tratado por:

Curetagem e eletrodesicção: Este tratamento consiste em duas etapas. Primeiro, seu dermatologista raspa o tumor. Em seguida, a eletricidade é usada para destruir as células cancerígenas restantes. Estes dois passos são repetidos.

Terapia fotodinâmica (TFD): Este tratamento, reservado para o CEC in situ,  utiliza luz para remover alguns tipos de câncer de pele muito precoces. PDT é um processo de duas etapas. Primeiro, um produto químico é aplicado à pele. O produto químico permanece na pele por algum tempo para que possa ser absorvido. Em seguida, a pele é exposta a uma luz especial para matar as células cancerígenas.

Tratamento a laser: os lasers podem ser usados para remover um CEC que fica na superfície da pele, CEC in situ, . Este tratamento é recomendado apenas para CECs iniciais.

Creme de quimioterapia: o creme que contém um medicamento para quimioterapia, o 5-fluorouracil (5-FU), pode ser usado para tratar o CEC no estágio inicial, CEC in situ.

 

Resultado

Com o tratamento, a maioria dos CECs é curada. Recomenda-se tratamento precoce. Este tipo de tumor é mais agressivo que o CBC. Pode crescer na profundidade,  destruindo tecidos e até ossos. Em alguns casos, o cancer de pele CEC se espalha para os gânglios linfáticos e outras partes do corpo. Isso pode causar sérios problemas de saúde.

A maioria das pessoas diagnosticadas com carcinoma espinocelular (CEC) tem um prognóstico muito bom. Quando detectado precocemente e removido, esse câncer de pele tem uma excelente taxa de cura.

 

Risco

Qualquer pessoa que tenha CEC tem um risco maior de contrair outro câncer de pele. Para ajudar os pacientes a gerenciar esse risco maior, os dermatologistas recomendam o seguinte:

Mantenha todas as consultas de acompanhamento com seu dermatologista. Quando encontrado cedo, o câncer de pele geralmente pode ser curado. Mesmo o melanoma, o câncer de pele mais mortal, tem uma taxa de cura de quase 100% quando encontrado precocemente e tratado.

Realize auto-exames de pele. Os pacientes diagnosticados com câncer de pele são ensinados a examinar sua própria pele em busca de sinais de câncer de pele. Certifique-se de examinar sua própria pele quantas vezes for recomendado pelo seu dermatologista.

Se vir algo na sua pele que esteja crescendo, sangrando ou de alguma forma alterando, ligue imediatamente para o consultório do dermatologista. Mudança pode ser um sinal de câncer de pele. Encontrado precocemente e tratado, o câncer de pele pode ser curado.

Proteja a sua pele do sol e do bronzeamento artificial. Isso é essencial para evitar mais danos, o que pode aumentar o risco de contrair outro câncer de pele. Aqui estão algumas dicas que os dermatologistas dão a seus pacientes para ajudá-los a proteger sua pele:

Use protetor solar e protetor labial que ofereçam proteção solar. Aplique diariamente, mesmo no inverno, e use protetor solar e protetor labial que ofereçam:

  • FPS 30 ou superior.
  • Proteção de amplo espectro (UVA / UVB).
  • Resistência à água.

Aplique protetor solar e protetor labial na pele seca 15 minutos antes de sair para o exterior.

Aplique o protetor solar em todas as partes do corpo que não serão cobertas por roupas.

Sempre que possível, use um chapéu de abas largas, mangas compridas e calças.

Use óculos de sol para proteger a pele ao redor dos olhos.

Evite atividades ao ar livre quando o sol estiver mais forte – entre 10h e 14h.

Evite o bronzeamento e nunca use uma cama de bronzeamento ou lâmpada solar.

Use preservativos. Seu dermatologista pode recomendar o uso de preservativos. Isso pode prevenir uma infecção por HPV, o que reduz o risco de contrair CEC nos órgãos genitais.

Limite a quantidade de álcool que você bebe e não fume. Fumar e beber álcool pode aumentar o risco de contrair CEC na boca.

Trate as queratoses actinicas, lesões pré cancerosas que podem evoluir para CEC.

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Cancer de Pele – Carcinoma Basocelular

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Cancer de Pele – Carcinoma Basocelular

O carcinoma basocelular (CBC) é o tipo mais comum de câncer de pele. Esse câncer de pele geralmente aparece em áreas expostas, que receberam muita exposição solar, como na cabeça, pescoço ou membros, porém pode aparecer em qualquer parte do corpo.

Este tipo de câncer de pele cresce lentamente. Raramente se espalha para outras partes do corpo. O tratamento é importante porque o CBC pode crescer, tanto lateralmente quanto profundamente, destruindo a pele, os tecidos e os ossos subjacentes.

 

Sintomas do cancer de pele – carcinoma basocelular

O carcinoma basocelular (CBC) aparece na pele de diferentes maneiras, existem, portanto diferentes tipos desse câncer de pele.

Nodular– Crescimento da pele em forma de nódulo com vasos sanguíneos visíveis. Geralmente rosa ou cor de pele, também pode aparecer como manchas na pele marrons ou manhchas pretas. Este CBC cresce lentamente. Pode achatar no centro, escorrer e formar alguma crosta. Também tende a sangrar facilmente.

Superficial– Rosa brilhante ou vermelho, mancha ligeiramente escamosa, especialmente no tronco. Cresce lentamente e pode ser confundida com uma mancha de eczema.

Esclerodermiforme – Crescimento duro, branco-pálido a amarelo ou cor de pele que parece uma cicatriz. Você pode ter dificuldade em ver as bordas.

Resumindo, os CBCs podem parecer machucados na pele que:

  • Sangram facilmente.
  • Não cicatrizam
  • Apresentam uma crosta
  • Tem um centro afundado, como uma cratera.
  • Tem vasos sanguíneos visíveis dentro ou ao redor dele.

Embora raro, o CBC pode doer ou coçar. Normalmente, o único sinal de CBC é um crescimento na pele.

 

Como é feito o diagnóstico do CBC, carcinoma basocelular?

A suspeita pode ser feita clinicamente e com ajuda da dermatoscopia, mas a confirmação diagnóstica é somente por biópsia. Seu dermatologista pode executar esse procedimento durante uma visita ao consultório.

Uma biópsia de pele não deve causar ansiedade. Para realizar uma biópsia de pele, seu dermatologista removerá toda a lesão ou parte dela e enviará para um laboratório de dermatopatologia, a lesão vai então ser analisada no microscópio.

 

Qual o tratamento do cancer de pele basocelular?

Se o relatório da biópsia indicar que você tem CBC, seu dermatologista considerará muitos fatores para determinar qual tratamento será melhor para você. Existem várias maneiras de tratar o CBC:

Excisão: Este é um procedimento cirúrgico que o dermatologista geralmente pode realizar durante uma visita ao consultório. Envolve anestesia local na área a ser tratada e eliminar qualquer tumor remanescente, além de uma pele com aparência normal ao redor do tumor, que chamamos de margem livre de tumor

Como a biópsia da pele, essa pele removida é examinada no laboratório de dermatolpatologia.. O médico que olha para a pele removida precisa verificar se a pele de aparência normal está livre de células cancerígenas. Caso contrário, mais pele precisará ser removida. Essa é a maneira mais comum de tratar o CBC.

Cirurgia de Mohs:  Mohs (pronuncia-se “moes”) é uma cirurgia  usada para remover alguns tipos de câncer de pele. Oferece a mais alta taxa de cura para cânceres basocelulares de difícil tratamento, especialmente os CBCs esclerodermiformes, que possuem margens mal delimitadas. O seu dermatologista lhe dirá se Mohs é adequado para você.

Criocirurgia: Este tratamento utiliza nitrogênio líquido para congelar as células cancerígenas, causando a morte das células.

Radiação: Este tratamento geralmente é reservado para CBCs que não podem ser cortados ou quando a cirurgia pode não ser a melhor opção. Um paciente pode precisar de 15 a 30 tratamentos de radiação.

Terapia fotodinâmica (TFD): Este tratamento usa luz para remover os cânceres de pele iniciais. TFD é um processo de duas etapas. Primeiro, um produto químico é aplicado à pele. O produto químico permanece na pele por algum tempo para que possa ser absorvido. Em seguida, a pele é exposta a uma luz especial para matar as células cancerígenas.

Cremes medicamentosos: cremes que contêm um medicamento, como imiquimod ou 5-fluorouracil, podem ser usados para tratar o CBC precoce. Um paciente aplica o creme medicamentoso em casa, conforme indicado pelo dermatologista.

 

Resultado

Quase todo carcinoma basocelular pode ser curado, especialmente quando o câncer é encontrado e tratado precocemente.

Se você foi diagnosticado com carcinoma basocelular (CBC), seu prognóstico é excelente. A maioria dos CBCs é curada com o tratamento prescrito.

 

Riscos

É possível que o CBC recidive, ou seja, volte a aparecer. Esses CBCs quase sempre são curados com tratamento adicional. Pessoas que tiveram CBC têm maior risco de desenvolver outro câncer de pele.

Para ajudar os pacientes a gerenciar esses riscos, os dermatologistas recomendam o seguinte:

Mantenha todas as consultas de acompanhamento com seu dermatologista. Quando encontrado cedo, o câncer de pele geralmente pode ser curado. Mesmo o melanoma, o câncer de pele mais mortal, tem uma taxa de cura de quase 100% quando encontrado precocemente e tratado adequadamente.

Realize auto-exames de pele. Os pacientes diagnosticados com câncer de pele são ensinados a examinar sua pele para detectar sinais de câncer de pele. Certifique-se de examinar sua pele com a frequência recomendada pelo seu dermatologista.

Se vir algo na sua pele que esteja crescendo, sangrando ou de alguma forma alterando, ligue imediatamente para o consultório do dermatologista. Uma mudança pode ser um sinal precoce de câncer de pele. Encontrado precocemente e tratado, o câncer de pele geralmente pode ser curado.

Proteja a sua pele do sol e do bronzeamento artificial. Isso é essencial para evitar mais danos, o que pode aumentar o risco de contrair outro câncer de pele. Estas dicas ajudarão a proteger sua pele:

Use protetor solar e protetor labial que ofereçam proteção solar. Aplique diariamente, mesmo no inverno, e use protetor solar e protetor labial que ofereçam:

  • FPS 30 ou superior.
  • Proteção de amplo espectro (UVA / UVB).
  • Resistência à água.
  • Aplique protetor solar e protetor labial na pele seca 15 minutos antes de se expor ao sol.

Aplique o protetor solar em todas as partes do corpo que não estejam cobertas por roupas.

Sempre que possível, use um chapéu de abas largas, mangas compridas e calças.

Use óculos de sol para proteger a pele ao redor dos olhos.

Evite atividades ao ar livre quando o sol estiver mais forte – entre 10h e 14h.

Evite bronzear-se e nunca use uma cama de bronzeamento ou lâmpada solar.

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Rosácea: Causas, Sintomas e Tratamento

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Rosácea: Causas, Sintomas e Tratamento

A rosácea é uma doença de pele comum que muitas vezes começa com uma tendência a corar mais facilmente do que outras pessoas. A vermelhidão na pele pode então se espalhar lentamente além do nariz e bochechas, até a testa e o queixo. Até as orelhas, o peito e as costas podem ficar vermelhos o tempo todo.

Rosácea pode causar mais do que vermelhidão, aparecem vários sinais e sintomas, portanto, são definidos quatro subtipos.

Eritematotelangiectásica: Vermelhidão, rubor e vasos sanguíneos visíveis

Papulopustular: Vermelhidão, inchaço e acne

Fimatosa: A pele engrossa e tem uma textura irregular

Ocular: Olhos vermelhos e irritados, pálpebras podem estar inchadas e a pessoa pode ter o que parece um terçol.

A maioria das pessoas que têm rosácea são de idade entre 30 e 50 anos, de pele clara, e muitas vezes têm cabelos loiros e olhos azuis, às vezes de ascendência celta ou escandinava, É provável, portanto, que alguém em sua árvore genealógica tenha rosácea ou acne grave, e também que tenha tido muita acne – cistos ou também nódulos de acne quando mais jovem.

As mulheres são um pouco mais propensas que os homens a contrair rosácea. As mulheres, no entanto, não são tão propensas quanto os homens a ter o quadro mais grave.  Pode acometer tanto as pessoas de cor negra, quanto pardas, brancas e amarelas, Além disso, as crianças podem também apresentar rosácea.

 

O que causa a rosácea?

Rosácea é uma doença de carácter familiar. Muitas pessoas têm familiares que têm igualmente o problema. É possível que as pessoas herdam genes para a doença.

O sistema imunológico pode desempenhar um papel. Foi descoberto que a maioria das pessoas com rosácea semelhante a acne reagem a uma bactéria chamada bacillus oleronius. Essa reação faz com que seu sistema imunológico exagere na resposta de defesa e apareçam os sintomas característicos.

Uma bactéria que causa infecções no trato gastrointestinal pode também desempenhar algum papel. pois o Helicobacter pylori é comum em pessoas que têm rosácea. Ha ainda alguma contravérsia acerca deste assunto.

Um ácaro que vive na pele de todos, o demodex, pode também participar do processo de causa da rosácea. Este ácaro gosta de viver no nariz e nas bochechas, e são nestes locais que ela costuma aparecer.

Uma proteína que normalmente protege a pele da infecção, a catelicidina, pode causar vermelhidão e inchaço. A forma como o corpo processa essa proteína pode determinar se uma pessoa vai ter ou não rosácea.

 

Quais são os sinais e sintomas da rosácea?

Como a rosácea pode se apresentar com diversos sinais e sintomas, foram criados 4 subtipos para sua melhor classificação. Algumas pessoas podem ter mais de um subtipo de rosácea ao mesmo tempo.

Rosácea eritemato-telangiectásica: as pessoas com esse subtipo geralmente têm pele muito sensível. Vermelhidão facial, rubor e vasos sanguíneos visíveis

Rubor e vermelhidão no centro do rosto, vasos sanguíneos visíveis , pele inchada, a pele pode ser muito sensível,  pode arder e queimar, Pode ter pele seca, rugosa ou com descamação, Tende a corar mais facilmente do que outras pessoas

Rosácea Pustulosa ou Acne rosácea: este subtipo é mais comum em mulheres de meia idade. Erupções semelhantes a acne. Sintomas semelhantes a acne, geralmente onde a pele é muito vermelha, pele oleosa, muito sensível, pode queimar e arder,vasos sanguíneos visíveis (veias da aranha)

Rosácea fimatosa. Tende a evoluir com Rinofima: Embora rara, a rosácea pode fazer com que a pele fique mais espessa e tenha uma textura irregular. Quando isso acontece, é chamado de rinofima.

Esse subtipo é raro. Quando isso ocorre, a pessoa geralmente apresenta sinais e sintomas de outro subtipo de rosácea primeiro.

A pele começa a engrossar, especialmente comum no nariz. Quando a pele engrossa no nariz, é chamada de rinofima. A pele pode engrossar no queixo, testa, bochechas e orelhas

Rosácea ocular: Quando a rosácea afeta os olhos, é chamada de rosácea ocular. Se afetar o seu olho, você pode precisar consultar um oftalmologista

Os olhos podem lacrimejar ou ficar vermelho,  queimam ou ardem. Podem ficar muito seco, com coceira, sensíveis à luz, Visão embaçada, telangiectasias na pálpebra, ou Cistos na pálpebra, que parecem terçol.

 

Qual o impacto na qualidade de vida de quem sofre?

Como a rosácea é uma doença de pele crônica (duradoura), ela pode reduzir a qualidade de vida de uma pessoa. Muitas pessoas relatam problemas no trabalho, no casamento e em conhecer novas pessoas. Pesquisas mostram as seguintes consequências:

Sentimentos de frustração e vergonha: em pesquisas conduzidas pela National Rosacea Society, 41% disseram que a rosácea fazia com que evitassem o contato público ou cancelassem compromissos sociais.

Preocupação: as pessoas temem que a rosácea piore ou cause cicatrizes. Assim como se preocupam com os efeitos colaterais do medicamento usado no tratamento.

Baixa auto-estima: pesquisas realizadas descobriram que quase 70% das pessoas que vivem com a doença disseram que a condição reduzia sua autoconfiança e auto-estima.

Problemas relacionados ao trabalho: quando a rosácea é grave, 70% das pessoas dizem que a doença afeta suas interações no trabalho. Quase 30% dizem que a doença fez com que faltem ao trabalho.

Ansiedade e depressão: Viver com uma condição de pele que aparece inesperadamente pode levar as pessoas a acreditarem que você tem um problema com bebida, Isso pode causar ansiedade e depressão.

 

Qual é o correto médico especialista em Rosácea?

O médico dermatologista é o especialista ideal para o correto diagnóstico e tratamento da Rosácea.

O tratamento parece melhorar a qualidade de vida de uma pessoa. Estudos mostram que quando as pessoas têm menos sinais e sintomas de rosácea, sua qualidade de vida melhora.

Se o seu dermatologista suspeitar que você tenha rosácea, não precisará de exames laboratoriais. Nenhum exame subsidiário pode dizer se você tem rosácea. Para diagnosticar a rosácea, seu dermatologista examinará sua pele e seus olhos. Seu dermatologista também fará perguntas.

Antes de lhe dar um diagnóstico, seu dermatologista pode querer garantir que você não tenha outra doença, uma outra condição médica. Às vezes, outra doença pode parecer muito com rosácea. Seu dermatologista vai querer descartar essas condições. Os exames médicos podem ajudar a descartar condições, como lúpus é uma reação alérgica da pele.

Se você tem rosácea, seu dermatologista pode conversar com você sobre as opções de tratamento. Reduzindo ou eliminando os sinais de rosácea na pele, aliviando seu desconforto, portanto impedindo que a rosácea se agrava.

 

Quais são os melhores tratamentos?

Para obter os melhores resultados, o tratamento geralmente começa com um bom entendimento do problema pelo paciente. Embora o tratamento com medicamentos ou laser possam ajudar a reduzir ou limpar os sinais de rosácea, alguns hábitos diários podem causar um novo surto.

Para evitar recidivas, encontre seus gatilhos.

Os gatilhos comuns para a rosácea incluem superaquecimento, vento e frio no rosto e comer alimentos apimentados.

As pessoas que têm rosácea costumam achar que sua pele é bastante sensível ao sol. Para proteger sua pele do sol, convém aplicar um protetor solar de amplo espectro com um FPS (fator de proteção solar) 30 ou superior,  todos os dias antes de sair de casa. Evite também o sol do meio-dia, procure sombra ao ar livre, coloque um chapéu de abas largas para proteger seu rosto e pescoço do sol, use roupas de proteção solar e óculos de sol.

Muitos produtos para cuidados com a pele podem irritar a pele com rosácea. Alguns hábitos de cuidados com a pele, como esfregar demais a pele, podem piorar a rosácea. O uso de produtos suaves para a pele podem ajudar a evitar os surtos.

Peça recomendações ao seu dermatologista para encontrar os melhores produtos para a sua pele, O restante do seu plano de tratamento será adaptado para o tratamento da sua rosácea, de acordo com o tipo dela.